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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Fim do 13º já foi aprovado na Câmara - falta o Senado

Enquanto a gente se distrai com Olimpíadas e Copa do Mundo, o Congresso continua votando outros assuntos de nosso interesse e a gente nem percebe o que acontece em Brasília!
Fim do 13º já foi aprovado na Câmara (PFL, PMDB, PPB, PPS, PSDB )
Para conhecimento.
Por exemplo:
O fim do 13º salário já foi aprovado na Câmara para alteração do art. 618 da CLT.
Já foi aprovado na Câmara e encaminhado para o Senado.
A maioria dos deputados federais que estiveram neste momento tentando aprovar no Senado o Fim do 13º salário, inclusive da Licença de Férias (pagas em 10 vezes) são do PFL e PSDB.
As próprias mordomias e as vergonhosas ajudas de custo de todo tipo que recebem, eles não cortam.
Veja aquí no Relato a cara dos safados que votaram a favor deste Projeto em todo Brasil.


01- INOCÊNCIO OLIVEIRA - PFL


02- JOEL DE HOLLANDA - PFL


03- JOSÉ MENDONÇA BEZERRA - PFL


04- OSVALDO COELHO - PFL


05- ARMANDO MONTEIRO - PMDB


06- SALATIEL CARVALHO - PMDB


07- PEDRO CORRÊA - PPB (Cassado)


08- RICARDO FIÚZA - PPB (Falecido)


09- SEVERINO CAVALCANTE - PPB


10- CLEMENTINO COELHO - PPS (Ex-Deputado federal e diretor da Codevasf)


11- CARLOS BATATA - PSDB


12- JOÃO COLAÇO - PSDB



13- JOSÉ MÚCIO MONTEIRO - PSDB

sábado, 24 de julho de 2010

Artista Sidiney.



Artista Sidiney.
E para falar um pouco sobre arte, vamos apresentar um artista muito talentoso. Seu nome é Sidiney. Tem 29 anos de idade. Reside no povoado de Lagoa Velha no município de Aracatu na Bahia. Confira algumas amostras de seu trabalho:


Auto Retrato








Diretor Cléssio


Camila


(Pintura)Oléo sobre t


Fábio


No fim, só lutam para manter a comida na mesa. pão e cerca. É o que tem. E ser artista nesse lugar é mais que viver pela fé. É acreditar firmimente no que se faz.



Irmã Emília

Marina





Camisas

Além de pintor e desenhista, Sidiney é músico, cantor, compositor e faz parte de uma banda local composta por outros artista. Seu estilo é o Rock.









Aqui temos uma de suas canções. A qualidade do audio não é das melhores porque escolhemos um formato simples para esse blog. Mas vale a pena ouvir.





Se você quiser falar com esse artista abaixo estão email e fone.
Fone para contato: (77) 9948-5305
Endereço eletrônico: sydyneyrock@gmail.com

Desejamos sucesso a todos os artista.
jornalrelato@hotmail.com
Temos a maior satisfação em divulgar seu trabalho.

William Paulo

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Charge

NO LIMITE: A história do Senhor Luis Carlos Gonzaga dos Santos e sua família.


Não é grande capital, novela ou qualquer ficção. É, simplesmente, uma triste realidade que todos vêem, mas quase ninguém toma atitude.
Trata-se de uma família sobrevivendo em condições miseráveis, catando lixo para viver.
A família de quatro pessoas reside em um barraco, localizado à beira da BA 262, Km 408, sentido Aracatu-Vitória da Conquista. Vive miseravelmente catando lixo para reciclagem, obtendo uma renda mensal de mais ou menos R$ 150,00. Chegaram ao município há três mêses e desde então nunca receberam assistência de nenhuma entidade pública, filantrópica ou religiosa.


O Senhor Luis Carlos Gonzaga dos Santos, 55, Marteleiro, natural de Aracaju/Sergipe conta como chegou a esta condição: “Trabalhei como marteleiro em Sergipe, depois a firma me demitiu devido a idade. Fui para Minas Gerais e trabalhei de camelô. Mas em 1999, o governador do Estado, Nilton Cardoso, retirou os camelôs da atividade. Passei por muitas cidades da Bahia, como Porto Seguro, Eunapólis, Itagi, e agora em Aracatu. Em todas as outras cidades, nos fomos expulsos e esta cidade até hoje não fez isso”.

A senhora Andréa Soares, 35, Doméstica, relata como é a luta do dia-a-dia: “cozinho num fogão de pedras, busco água na casa de seu Durval para cozinhar e tomar banho. A comida nem todo dia tem”.
Quando as crianças começaram a estudar, Rosimira Soares Gonzaga dos Santos, 10 anos e, Luís Carlos Júnior Gonzaga dos Santos, 9 anos, receberam algumas contribuições. O menino ganhou o material da Escola Municipal Maria da Glória e a menina recebeu a farda escolar da família de Seu Durval da Faz. Palmeira.

A família de Seu Luiz não recebe nenhum beneficio social do governo. Já tentaram fazer o cadastro para receber o Bolsa Escola ou o Bolsa Família várias vezes e nunca conseguiram. Desde as quatro da madrugada seu Luis sai para juntar papelões na sede de Aracatu, cerca de 1 Km. Quando retorna para a “residência”, vai direto para o lixão, seu estranho ambiente de trabalho na companhia da esposa Andréa. O “trabalho” localiza-se do outro lado da BA, cerca de 100 metros da “casa”. Sem luvas, com um boné, o sol escaldante, as esperanças quase todas exterminadas, o estímulo de conseguir pelo menos o que comer, matando “vários leões por dia” e sustentando a existência na máxima “ quanto mais lixo melhor”, adentra o lixo misturando-se com os urubus, o mau cheiro e porcarias.
Tristemente Dona Andréa salienta a humilhação que seus filhos sofrem na escola, ao serem chamados de lixo ou de lixão. “Minha filha estava chorando e disse que não ia mais na escola, tive que conversar muito com ela. Rosimira é muito inteligente, gosta de estudar e lê muito. Pelo menos o estudo e o pão eu luto para dar meus filhos. E eles vão sair desta vida”.

Luis faz um apelo: “As pessoas precisam ser mais humildes, os governos verem a situação da pobreza e serem honestos. Preciso de um trabalho e uma casa para morar. Não sou bandido. Se me arrumar um terreno eu mesmo faço a casa”.

Entre outros motivos, a falta de assistência, obribou-os a peregrinarem mais uma vez. Antes da publicação desta matéria, a família partiu para Bom Jesus da Lapa, Bahia. Fica claro, portanto, o desleixo das autoridades competentes para cumprirem com suas obrigações e ajudarem os mais necissitados.

Erivan Coqueiro - (77) 8129-7754 - erivancoqueiro@gmail.com