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quinta-feira, 31 de maio de 2012
Dengue do tipo 4 avança e já responde por 80% dos casos na Bahia
A dengue
do tipo 4, uma nova variação do vírus que passou a circular na Bahia no ano passado, avança
rapidamente e já responde por 80% dos casos no estado. Entre 1º de janeiro e 19
de maio deste ano, foram 41.913 episódios da enfermidade, segundo o último
boletim divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). De acordo com o
órgão, o tipo 4 de dengue não apresentava incidência significativa e nunca
havia ultrapassado a marca de 10% dos casos. No entanto, a partir de maio de
2011, foi possível perceber um crescimento da quarta variação, que hoje já é
responsável por 59,3% das ocorrências em todo o país, segundo levantamento do
jornal Correio. Em dezembro do ano passado, o secretário estadual de Saúde,
Jorge Solla, e a pesquisadora da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Glória
Teixeira, já haviam advertido para o risco de uma epidemia de dengue tipo 4. “Nós, não apenas no Brasil,
como também no mundo de forma geral, não temos ainda uma forma científica
precisa, no caso da dengue, para determinar se haverá epidemia, mas o risco
existe”, admitiu Glória em entrevista ao Bahia Notícias.
CÂMERA:Deputado deixa cair calcinha guardada dentro do paletó
Há duas
semanas, um deputado federal chegou às pressas para votar às 17h, no horário da
Ordem do Dia. Na entrada principal do plenário da Câmara, próxima à Mesa, mexeu
nos bolsos e, sem ver, deixou cair uma calcinha azul e vermelha, com babados
nas laterais. De acordo com reportagem do O Globo, sem saber que deixou para
trás o utensílio, o parlamentar foi para o meio do plenário. Um dos seguranças,
sem despertar a atenção dos políticos presentes, assessores e jornalistas que
se amontoam na entrada, deu um chute discreto e empurrou a lingerie para o lado
da lixeira. Avisado pelos seguranças, um assessor do presidente da Casa,
deputado Marco Maia (PT-RS), recolheu a calcinha e a escondeu no bolso. A
partir daí, a peça íntima foi examinada por assessores, jornalistas e
seguranças à exaustão. A única conclusão: a peça foi usada antes e não pertence
a uma sílfide. Sem saber o que fazer com o achado, a peça feminina foi
recolhida “aos achados e perdidos” da Segurança da Câmara. Até agora não foi
reclamada por nenhum parlamentar.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Aracatu: Dia Nacional da Luta Antimanicomial
Aconteceu
nesta terça-feira dia 29/05/12 em Aracatu-Ba a comemoração do Dia Nacional da
Luta Antimanicomial. O evento foi organizado pelo CAPS (Centro de Atenção
Psicossocial) e contou com apoio da Prefeitura Municipal e da Secretaria
Municipal de Saúde, ouve palestras, desfile enfatizado em três tempos, apresentação
musical, coreografias e teatros. Os centros de atenção psicossocial são
unidades destinadas a acolher pessoas em sofrimento psíquico, estimular sua
integração social, fortalecer os laços familiares e comunitários, assim como
colaborar para a busca de autonomia dos usuários do serviço.
No CAPS, os
pacientes recebem atendimento multiprofissional, realizado por psicólogos, médicos
psiquiatras, médicos generalistas, enfermeiros, assistentes sociais, pedagogos
e profissionais de nível médio e são inseridos em oficinas terapêuticas, grupos
de convivência de acordo com a necessidade de cada usuário.
O CAPS 1 do
município de Aracatu foi inaugurado em 24 de setembro de 2008 em consórcio com
o município de Maetinga. Oferece aos pacientes atendimento individual, oficinas
terapêutica (artesanato, horta, pintura, corte e costura e serigrafia), atendimento
grupal (saúde em movimento, bom dia com alegria, relaxamento, grupos com
familiares, grupos com usuário de álcool) e dispensação de medicamentos. O CAPS
funciona de segunda a sexta, das 08:00 as 17:00 hs.
Hermes Leite
Chapada:Bombardeamento de nuvens gera as primeiras chuvas
A
operação de indução de chuva na Bahia começou nesta terça-feira (29) pela
empresa ModClima, especializada no serviço. Dois voos realizados na Chapada
Diamantina provocaram a ocorrência de quatro chuvas na tarde desta terça. A
empresa foi contratada pelo governo do Estado através da Seagri e da
Superintendência de Irrigação e Secretaria do Meio Ambiente em parceria com o
Inema. Com o apoio de observadores de nuvens da região e das informações
geradas via satélite, o resultado da semeadura de água potável foi comemorado
pelos trabalhadores rurais dos povoados de Guariba, Alagoas e Santa Quitéria. A
área contemplada possui uma área superior a quatro mil hectares de cultura de
abacaxi. “Em apenas dois voos realizados, vimos várias nuvens aparecerem como
num efeito cascata e, logo em seguida começou a precipitação”, contou o
vice-presidente da Cooperativa de Produtores de Abacaxi de Itaberaba, Railton
Amorim. O procedimento de indução consiste na pulverização controlada de gotas
através de aeronaves equipadas com tanques de 300 litros de água potável, que
fazem as nuvens concentrar alto índice de umidade e gerar a chuva.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
As eleições de 2012, o parlamento e a ética na política
Por Waldenor Pereira
A relativa proximidade das eleições municipais
gerais de outubro estimula a reflexão sobre o funcionamento do Estado
democrático de direito que estamos construindo no Brasil, sobre seus
méritos e suas insuficiências, particularmente no que diz respeito à lisura da
representação política e ao correto funcionamento da máquina pública. A
consolidação do Estado democrático sempre esteve no centro das preocupações do
PT e é, rigorosamente falando, uma das principais razões de existirmos como
partido. Meus correligionários e eu nunca devemos esquecer disso. O
primeiro desafio que enfrentamos é o de encontrar o meio termo que nos permita
valorizar o que já alcançamos em termos de avanço institucional sem que isso
nos leve a subestimar o muito que ainda nos resta fazer. O certo, contudo, é
que, apesar de todos os avanços, pouco a pouco volta a se disseminar pela
sociedade o sentimento de que a esfera política não funciona à altura do que
nossos concidadãos anseiam e merecem. Certamente uma parcela desse sentimento advém
de setores sociais que perderam privilégios com o aprofundamento da democracia
e o fortalecimento das demandas populares. Mas seria um sério erro
descaracterizar, por conta disso, a preocupação ética legítima que se espalha
pelo país.
Como
membro titular da Comissão Especial da Reforma Política, instalada na Câmara
dos Deputados no ano passado, posso testemunhar, ao longo dos nossos trabalhos,
a angústia de cidadãos e entidades comprometidas com o bem-comum frente à
iminência de que uma possível decomposição da esfera política colocasse em
risco até os avanços sociais que recentemente alcançamos. Resumidamente, o que
a população percebe é que a abertura do Estado brasileiro a um nível mais
elevado de participação popular não eliminou sua permeabilidade a influências
deletérias, escusas mesmo, que se infiltram em suas relações com a sociedade.
Sendo
assim, não devemos, por razão nenhuma, e muito menos por corporativismo, negar
que é correta a percepção popular negativa quanto ao funcionamento dos órgãos
de representação política. A única atitude responsável da parte dos
representantes eleitos do povo consiste em assumir claramente posição ao lado
da sociedade civil no combate às deficiências de nosso Estado de direito e de
nossa democracia.
É
imprescindível alertar sobre a complexidade da tarefa que temos pela frente.
Não basta, por exemplo, que restrinjamos nossa intervenção às instituições
representativas em sentido restrito. A ação em prol da ética e da transparência
nas relações entre o Estado e a sociedade exige a combinação de esforços nas
mais diversas áreas, assim como a aliança entre agentes que atuem em todas
elas. No entanto, não podemos deixar de pensar que a responsabilidade nessa
luta é, mais que nada, dos parlamentares e do Parlamento, que estão, afinal, no
centro mesmo do regime democrático.
Estamos
convencidos, também, de que não podemos nos esconder atrás da real necessidade
de reformas institucionais estruturais para diminuir nossa responsabilidade
pessoal enquanto detentores de mandatos de representação política. Para nós,
que estamos no Congresso Nacional por escolha popular, o ponto de partida de
qualquer atitude transformadora é nos imbuirmos da dignidade de nosso cargo.
Imbuídos dessa dignidade, jamais nos deixaremos cooptar por um sistema de
privilégios perfeitamente capaz de distribuir benesses a seus apoiadores ou até
aos apenas omissos.
Ousamos
afirmar que estamos em um momento favorável para quem deseja resistir às
tentações do poder e do dinheiro e comprometer-se com os anseios populares de
lisura no trato da coisa pública. Dizemos isso porque temos a convicção de que
o representante só chega a exercer na plenitude sua vocação quando há
mobilização social a sustentar seu esforço pessoal. E percebemos que estamos
entrando em um período de ressurgimento da militância pelo controle popular do
Estado.
O que
temos visto recentemente é uma retomada da capacidade de indignação e de
mobilização social no Brasil. Não é outro o significado da pressão popular para
a aprovação, pelo Congresso Nacional, da Lei Complementar nº 135, de 2010,
chamada Lei da Ficha Limpa, assim como do recente acompanhamento dos movimentos
sociais às decisões do Supremo Tribunal Federal sobre as prerrogativas do
Conselho Nacional de Justiça. Também se inclui no pacote de boas notícias a
excelente repercussão social das atitudes firmes da presidenta Dilma Rousseff
frente a qualquer caso de suspeita de corrupção em qualquer escalão de seu
governo.
Dois
aspectos pontuais merecem destaque dessa ampliação de perspectiva, um, referente
aos meios de comunicação, outro, referente ao lado ativo da corrupção da
máquina pública, o lado dos chamados corruptores. São temas que não estão sob o
monopólio de nenhum grupo ou setor, mas se encontram em avaliação por muitos
movimentos e organizações sociais e por cidadãos interessados em geral.
Ademais, dentro do próprio Estado e entre os representantes eleitos da
população, não temos sido poucos os que dirigimos a maior e a melhor parte de
nossa atenção para essas questões.
Os mais
maduros recordarão que nas lutas pela abertura política nas décadas de 1970 e
1980, o tema da comunicação era candente. Já se havia disseminado pelo mundo a
percepção de que a convivência democrática facilmente se incompatibilizava com
a concentração do controle dos meios de comunicação em poucas mãos.
Por mais
que tenhamos críticas ao processo eleitoral e partidário e que desejemos
ardentemente aprimorá-lo, dificilmente se negará que avançamos mais nesse campo
que no campo paralelo da democratização do acesso aos meios de comunicação de
massas. Os setores progressistas da sociedade precisam, portanto, retomar a
bandeira da liberdade de expressão e dar-lhe sua verdadeira significação
libertária, que é a de garantir ao maior número possível de atores sociais a
oportunidade de se expressarem no cenário público.
O segundo
aspecto do esforço pela superação dos desvios observados na atuação do Estado
em que se mostra imprescindível uma ampliação de perspectivas em direção à
sociedade civil diz respeito às iniciativas dos agentes privados corruptores da
esfera pública. Os indivíduos que atuam na esfera privada são tão cidadãos como
os que atuam na esfera pública e quando eles tentam corromper o funcionamento
do Estado de direito estão ferindo o interesse público tanto quanto o servidor
que faça o mesmo. Não pode haver complacência legal frente a essa atuação
espúria.
A batalha
contra a corrupção e a favor da transparência no funcionamento da máquina
pública se trava simultaneamente na esfera estatal e na esfera socioeconômica.
Se um dos dois lados é descuidado, todo o processo será prejudicado.
O clamor popular por ética e transparência no funcionamento do Estado tem repercussões sobre todas as esferas de nossa sociedade. A única resposta adequada, portanto, é um verdadeiro mutirão que envolva os setores mais conscientes dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, dos meios de comunicação públicos e privados e da sociedade como um todo na luta contra os focos, públicos e privados, de corrupção.
O clamor popular por ética e transparência no funcionamento do Estado tem repercussões sobre todas as esferas de nossa sociedade. A única resposta adequada, portanto, é um verdadeiro mutirão que envolva os setores mais conscientes dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, dos meios de comunicação públicos e privados e da sociedade como um todo na luta contra os focos, públicos e privados, de corrupção.
Dentro
dessa ampla coalizão de vontades, no entanto, não se pode deixar de salientar o
papel especial dos representantes eleitos do povo. Não é que a correção e a
lisura em outras áreas da vida sejam secundárias para o bom funcionamento da
sociedade. Mas é na qualidade da representação política que uma comunidade
nacional pode expressar o que tem de melhor. E, apesar de suas limitações, as
eleições são ainda fonte relevantíssima de energia democrática para as
instituições políticas contemporâneas.
Não é
mais possível que o Legislativo se mantenha praticamente inerte em relação ao
tema consensualmente decisivo para o avanço da lisura nos pleitos eleitorais,
com amplos reflexos sobre a proteção da máquina pública contra influências
deletérias oriundas das campanhas eleitorais. Referimo-nos, obviamente, à
regulamentação do financiamento das campanhas. Como muitos outros parlamentares
e cidadãos interessados na matéria, estamos convencidos de que o Brasil deve
adotar o financiamento exclusivamente público das campanhas eleitorais. Precisamos
dar passos consistentes na direção do controle à verdadeira manipulação da
vontade popular que o financiamento de campanhas nos moldes vigentes tem
permitido e até facilitado.
Por fim,
é imprescindível chamar à responsabilidade dos principais agentes da disputa
política, programática e ideológica em nosso país, que são os partidos
políticos e seus filiados. A legislação brasileira dota os partidos políticos
de extraordinária prerrogativa exclusiva. Eles são as únicas entidades a que se
faculta a apresentação de candidaturas nos pleitos. Ora, essa prerrogativa só
pode ser entendida como uma grande responsabilidade. Cabe aos partidos definir
linhas programáticas claras e escolher seus candidatos a partir do compromisso
com essas linhas, ao contrário do que muitas vezes acontece com as listas de
candidaturas partidárias, verdadeiros sacos de gato que pura e simplesmente
tornam impossível que o sistema partidário ganhe consistência política,
ideológica e programática.
E quando
falamos na responsabilidade dos partidos políticos, estamos falando da
responsabilidade de todos aqueles que têm militância partidária, ou seja, de
nossa responsabilidade. Ninguém pode considerar-se totalmente inocente se um
cidadão filiado a seu partido se revelar indigno de exercer mandatos de
representação política. Afinal, em princípio, todos zelamos pela conduta das
agremiações a que pertencemos. Não nos esqueçamos disso ao longo do período de
preparação para as eleições municipais de 2012.
Waldenor Pereira é deputado federal pelo PT.
O aborto ao alcance de todos.por Elio Gaspari O Globo
Elio Gaspari, O Globo
Um levantamento do Ministério da
Saúde revelou a existência de 359 sites que vendem ilegalmente na internet a
droga abortiva Cytotec. Cobram R$ 350 pelo kit de cinco comprimidos.
Enquanto a questão do aborto é
mantida numa moldura teológica, a vida real ensina que ele está ao alcance de
todas as mulheres que aceitam colocar sua saúde em risco, tomando a droga sem
assistência médica. (A história da agulha de tricô é lenda, e nela acreditou
até a doutora Dilma durante a campanha eleitoral.)
Desde o final do século passado o
problema dos médicos deixou de ser o atendimento a mulheres que buscam abortos
clínicos. Na absoluta maioria dos casos, as pacientes chegam a eles com os
efeitos adversos do Cytotec e só lhes resta dissuadir as jovens que veem na
droga um anticoncepcional de última instância. Tomaram o primeiro, resolveram o
problema e pretendem tomar o segundo.
Todo mundo ganharia se, em vez de se
discutir se o aborto deve ou não ser permitido, o assunto fosse tratado como
uma coisa que está aí, ao alcance de todos (com R$ 350 no bolso), arriscando a
saúde das mulheres, muitas vezes de adolescentes.
domingo, 27 de maio de 2012
ARACATU:Convite do CAPS
A SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE
ARACATU JUNTAMENTE COM O CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL CONVIDA A POPULAÇÃO
ARACATUENSE PARA PRESTIGIAR A PROGRAMAÇÃO DE COMEMORAÇÃO DO DIA DE LUTA
ANTIMANICOMIAL QUE ACONTECERÁ NO DIA 29 DE MAIO ÀS 08:30H no Arraiá do Gererê.
A PROGRAMAÇÃO CONTA COM DIVERSAS
PALESTRAS, DESFILE ENFATIZANDO A SAÚDE MENTAL EM TRÊS TEMPOS, APRESENTAÇÃO
MUSICAL, COREOGRAFIA E TEATRO.
SAÚDE MENTAL UM DIREITO DE TODOS.
VAMOS SUSTENTAR A DIFERENÇA – SEM SAÚDE MENTAL NÃO HÁ SAÚDE
Denúncias de exploração sexual a menores aumentam 71% em2012
Foram registradas mais de 34 mil nos primeiros
quatro meses deste ano
|
Apenas
nos primeiros quatro meses de 2012, o módulo Criança e Adolescente do Disque
100 registrou um aumento de 71% das denúncias de exploração sexual de menores
em relação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e abril deste ano,
foram 34,1 mil denúncias contra 19,9 mil em 2011. Oito em cada dez vítimas são
meninas. O serviço funciona 24h e nos sete dias da semana.
De acordo com a Secretaria de Direitos Humanos, a média diária de denúncias aumentou de 84, em 2010, para 103 nos três primeiros meses de 2011. As denúncias de violações de direitos humanos contra crianças e adolescentes são examinadas e encaminhadas para os serviços de atendimento e proteção, como os Conselhos Tutelares, órgãos da segurança pública e Ministério Público. Nesta sexta-feira, no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, diversas atividades e ações de mobilização serão feitas pelo País, entre elas, a entrega de um manifesto contra a exploração sexual de menores a representantes da Frente Parlamentar Mista da Criança e do Adolescente. São Paulo é o estado com maior incidência de denúncias (4.644), seguido pelo Rio de Janeiro (4.521) e Bahia (3.634). A região com maior número de relatos é a Região Sudeste (36,2%), seguida do Nordeste (34,7%), Sul (11,3%), Centro-Oeste (9%) e, por fim, a Região Norte (8,8% ). |
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